segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

CAMINHONEIRO SACANA

Eu sou J, tenho 22 anos e sou filho de um caminhoneiro. Na minha família existem outros 3 motoristas, ou seja, cresci num ambiente de machos extremamente machos. Meu pai é um tipo desses, machão, grosso e gostoso do jeito que um homem de verdade deve ser. Sempre viajei muito com ele pelo Brasil e percebi que eu adorava fazer essas viagens só pra ver esses caminhoneiros no banho nos postos da estrada. Aguardava as paradas pra banho ansiosamente e me deleitava vendo todos aqueles machos nus com suas rolas grossas quase eretas enquanto eles se banhavam e talvez pensassem em suas esposas em casa. Meu pai nunca percebeu, mas eu olhava ate sua rola, linda e grossa.
Aliás, parece que ter pau grosso é característica típica dos caminhoneiros. Bem, como eu disse, cresci nesse ambiente viril de estradas, borracharias e postos de gasolina e conheci caminhoneiros do Brasil todo. Entre eles, conheci o G, muito amigo de meu pai e muito resenhado na roda de caminhoneiros por foder com tudo que aparecesse pela frente dele de Norte a Sul do país! Era apelidado de "pica de urubu". Ele era um cara fantástico, não tinha perfil atlético mas era bem másculo. Costas e ombros largos, peito pouco peludo, barriga com um pouco de gordura, nada broxante! Usava sempre óculos escuros e sua barba estava sempre por fazer! Eu tive o grande prazer de viajar com o G, quando fui pra Minas Gerais, fazer uma prova de seleção de mestrado acadêmico, pois tinha acabado de me formar em Adm.
Nessa época, meu pai viajava pro Norte do país e surgiu a oportunidade de eu pegar carona com G pra MG. Claro que topei. Tudo combinado, parti com G numa sexta-feira a noite. Ele era muito gente boa e ótimo piadista. Rodamos umas 2 horas dando bastante risadas até que ele tirou a camisa por causa do calor que fazia. A partir daí perdi a concentração nas piadas e tentava disfarçar pra olhar seu peitoral e abdômen. Comecei a suar também e ele sem perceber o porquê sugeriu que eu tirasse a camisa também. Pra não dar pinta, tirei. Rodamos mais uma hora e enfim paramos pra tomar banho e jantar. Fomos para o banheiro e, pra meu prazer, era um desses banheiros com vários chuveiros e sem paredes. Quando entrei, vi logo vários caminhoneiros no banho com suas picas lustrosas e fiquei doido pra ver G também. Infelizmente, o chuveiro que escolheu ficava na ponta oposta a minha e não pude ver com detalhe a virilidade dele.
Mas sua bunda, que bunda e que coxas ele tinha. Por pouco não bati uma punheta ali. Depois do banho fomos jantar, assistimos um pouco e voltamos pra estrada. G tinha comprado uma revista pornô e na estrada me deu pra ver. Meio sem graça, li a revista sem muita excitação. Ele começou a contar suas aventuras sexuais e acabou falando que gostava de comer cu mais que tudo e que não importava se era de homem ou de mulher. Aquilo me deixou desconcertado, apesar de ele ter falado sem "más" intenções! Depois, nos calamos e rodamos mais uma hora e meia e ele, cansado, disse que iríamos parar pra dormir. Paramos num posto, estacionamos e ele começou a preparar a cama da carreta que era bem confortável.
Eu achei que eu fosse dormir no banco, que se estendia um pouco e dava pra dormir bem, mas ele disse que o banco estava emperrado e que íamos dormir em "valete". Fiquei preocupado com a idéia, pois durante a noite eu poderia me entregar com alguma reação à sua proximidade de mim. E pra completar, na hora de dormir, ele tirou a bermuda e ficou só de cueca, que por sinal estava bem folgada e com o elástico bem frouxo, deixando aparecer seus pentelhos. Enfim, deitamos e eu custei a dormir, pois volta e meia ele se mexia e jogava sua perna pra cima de mim e uma hora senti todo o volume de sua rola encostando em minha coxa. Mesmo morrendo de tesão, me esquivava sempre. Depois de algum tempo peguei no sono e só acordei no meio da madrugada pra mijar. Tentando não fazer muitos ruídos, abri a porta da carreta e dei uma boa mijada no pneu da parte de trás da carreta.
Tava muito calor aquela noite e eu estava com muito tesão por causa de G. Voltei então na boléia e peguei a revista pornô e fui pra detrás da carreta tocar uma punheta. Na intenção de G, comecei a bater e enfiar o dedo em meu cu. Cada dedada, pensava que era o pau dele em meu rabo. Esqueci do tempo quando olho pra trás, vejo G de cueca, me olhando e batendo punheta também. Levei um susto e levantei de vez minha bermuda, já pedindo desculpas a ele. Ele então sorriu pra mim e disse: Continua, não vê que tô gostando? Por mim entro até nessa brincadeira e troco seu dedo por coisa melhor!
Eu fiquei sem reação e ele veio em minha direção, tirou seu cacete enorme da cueca frouxa e pediu que eu mamasse gostoso. Daí em diante perdi o medo e parti pra dentro. Com todo o tesao que eu tava, caí de boca naquela rola gigante e chupei cada "cm" daquela vara. Quando me concentrei na cabeça, dando lambidinhas bem devagar, ele ficou louco de tesão e me virou de costas grosseiramente, e com um aperto forte em meu pescoço me fez ficar de quatro no chão. Senti uma cuspida quente em meu rabo, e pensei que fosse meter de vez sua pica gostosa, mas ele enfiou com toda força seu dedo indicador, bem grande por sinal. Dei um gemido de dor e tesão. Ele continuou afrouxando minhas pregas. Em seguida, cuspiu novamente e quando pensei que meteria o dedo de novo, senti a força de sua rola me penetrando. Parecia que estava sendo enrabado por um cavalo, de tão grande e grossa que era sua pica. No começo doeu muito, mas depois de bem alargado, meu cu virou um túnel pra seu pau!
Enquanto me fodia, ele batia em minha bunda e me chamava de viadinho gostoso. Repetiu várias vezes que queria foder meu cuzinho a noite toda. Logo depois, tirou o pau do meu rabo, me levantou com violência de macho mal educado, me chocou contra o pneu e me ficou entre minhas pernas, me elevou do chão, prendeu minhas pernas em sua cintura e mandou ver novamente em meu cu. Como fodia bem, eu estava quase gozando. Ele chupava meus mamilos e puxava meus cabelos. Eu gemia e chupava seu pescoço, dedos e tudo que minha língua alcançasse. Ainda forte como um touro, deitou-se no chão e me fez cavalgar naquela pica. Sem demora fiz isso, ele estava louco e me jogou de bruços no chão e deitou seus 96kg sobre mim e continuou me fodendo e chupando minha nuca.
Quando não agüentou mais, levantou-se ligeiro, me virou de barriga pra cima no chão, ajoelhou-se no meu tórax e me deu um banho de porra quente. Na hora, comecei a gozar também, ele viu e ainda punhetou meu pau. Depois enfiou o seu em minha boca e me fez sugar a última gota de gala que sobrou. Chupei, até seu pau amolecer em minha boca! Suados como estivadores, fomos tomar um banho. Voltamos pra carreta e fomos dormir, agora de conchinha e eu sentindo seu pau grosso esquentar minhas coxas. No dia seguinte, chegamos em BH, ele me deixou no terminal rodoviária e quando fomos nos despedir, perguntei a ele se podia seguir viagem com ele.
Prontamente, ele deu partida no carro e segui viagem com ele até SP. Transamos feito bicho todas as noites. E quando voltei pra casa, disse aos meus pais que não tinha sido aprovado no mestrado

Rodizio de Caminhoneiros

Rodizio de Caminhoneiros


Já havia lido, e até ouvido falar sobre suruba com caminhoneiros, como é curto demais estes profissionais, sempre sonhei um dia de alvo de um grupo deles.Após varias vezes ter saido com caminhoneiros e motoristas, pois normalmente, são fortes, amorosos, e principalmente por estarem longos dias na seca, fodem maravilhosamente.
Nunca imaginei que seria agora a poucos dias atras, e mais ainda perto de casa, numa cidade vizinha.
Estava vindo do interior do estado, e chovia muito, como sempre viajo sozinho, num recuo parei e assistia um um dvd com casais bissexuais. Já me punhetava, quando um caminhoneiro parou pensando que estava quebrado e Oferecer ajuda, ele parou seu caminhão vasculante um enorme, e veio de meu encontro, eu não desliguei o DVD e deixei rolar só pra ver que não daria.
Então se apresentou como Paulo e disse se eu precisava de ajuda, e observando que dois caras enquanto transavam, as mulheres se chupavam, Paulo riu e disse posso entrar e ver um pouco do filme.
Mais do que depressa abri a porta e ele entrou, ficou clara uma sua excitação, e depois de alguns instantes, me convidou para acompanha-lo um posto de gasolina um pouco a frente, e jantarmos, pois lá tem um ótimo Rodizio, e depois poderiamos assistir ao vídeo com mais conforto em seu caminhão pois tinha uma enorme cama na boleia.
Topei na hora e ele se dirigiu seu um caminhão e fui seguindo atras devagar.
Ao chegar no posto, e parou o caminhão ao lado de outros quatro da mesma empresa, e eu fiz de louco e fui para a porta do restaurante, vi ele conversando com uma roda de amigos e dois deles Olharam-me, com certeza era o Assunto sobre mim.
Paulo veio em direção ao restaurante e entramos juntos, sentamos numa mesa bem no fundo e de frente para todos, assim poderiamos ver tudo e todos.
Pedimos o jantar, Paulo e vez por outra passava a mão nas minhas coxas, e eu apenas conversava normalmente, mas com muita alegria, pois sabia que iria foder com ele.
Iniciamos uma conversa mais picante e ele me convidou para dormir com ele no caminhão, viajem enguias pois só seguiriam pela manhã Devido a nova Lei dos Transportes, disse-lhe que tudo bem, porem como faríamos com seus amigos, ele disse rindo só depende de voce, pois todos gostaram muito de voce, e tambem te querem comer!
Fiquei alucinado com a ideia de realizar um antigo desejo, e aquilo me deu um puta tesão, assim formou-se uma fila no banheiro do restaurante para tomarem banho, fui o primeiro a entrar e o primeiro a sair, Paulo tambem foi rapido e já me esperava, a porta de seu caminhão.
Entramos e nos beijavamos enquanto nos despiamos, Paulo fez questão de virar-me de bruços e caprichou no banho de lingua, em minhas costas e caprichando muito em meu rego, meu especial em anel, que estava prestes a ser detonado, por aquele rodizio de picas.
Paulo, Chupava meu cú de forma que ele se abria cada vez mais para ele, depois me virei pra tentar retribuir as chupadas, e vejo nas janelas do caminhão, dois machos de cada lado, e fiquei um pouco constrangido, mas com muito tesão, Paulo disse: o show é seu e se fizer por merecer, vai ter muita rola pro seu cú chorar.
Então não me fiz de rogado, virei de encontro ao seu pau, e me assustei com o que vi, pois só então tinha observado Cara a Cara seu belo, enorme e cabeçudo pau.
E como era cabeçudo, pois desse jeito nunca tinha visto até então, pois uma outra que vira e sentira antes, tinham um Aumento gradativo da Chapeleta, mas a do Paulo, era o perfeito cogumelo gigante. Cheguei a pensar que tinha me ferrado, para aliviar como iria Suportar aquele monstro de uma só vez sem uma entrada gradual, como pregas.
Então olhei bem nos seus olhos, e disse, então vamos fazer o show juntos. Virei meu rabo em direção um uma das janelas e abocanhei seu pau, apesar de uma grande Chapeleta, ela era maleável e se acomodou muito bem na minha boca quando estava prestes a gozar, Paulo, e parou, Chupei com muita vontade, e disse que Iria passar sua vez para um amigo dar uma, pois queria deixar para depois me foder, então, olhando para traz pelo meu rego, vi um moreno, muito simpatico ao lado do loirinho, o moreno chama-se mineiro, loirinho e alemão, e Decidir então que era a vez dos dois entrarem juntos.
Paulo assentou-se na poltrona do motorista e deu lugar aos dois ocupantes que pedi. O Mineiro, foi logo me beijando e tirando sua bermuda, e roxo Oferecendo seu pau, roliço e comprido para chupar, e enquanto isso o alemão que Receberá um lubrificante Paulo, que não sei bem o que era, passou em meu cú, e na sua vara já Devidamente encamisada.
Alemão segurou minhas ancas, e mal tinha posicionado seu pau na entrada do meu cú e já foi socando de uma só vez, o que causou um certo desconforto a todos.
E assim o alemão gozou e minhas entranhas, alem de mais rapido de fóruns assim não legal, mas ai o mineiro disse que me recompensária, me fez sentar em seu pau e fizemos um belo Coqueirinho, e depois de que uns quinze minutos, avisou gozaria , e lhe pedi para gozar em minha boca, mas Paulo, pediu que não, que a boca seria sua, assim deixei o meu mineirinho gozar em meu cú. Gozou fartamente e quando sai de cima, que olhei para seu pau, a camisinha esta muito cheia e pedi para ele guarda-la pra mim que depois eu queria ela e ele tirou com cuidado e deu um nó.
Depois disso pedi aos meus homens um pequeno intervalo, e fui tomar um banho rapido, e comer algo, pois me dera muita fome.
Ao voltar Paulo estava de pau duro numa curta e lenta punheta, me esperando, e cai de boca em seu pau, por Chupei um bom tempo e quando estava a gozar do Pará, mandou parar outra vez, e chamou Carlinhos para entrar em ação.
Carlinhos, era dono de um belo pau torto porem, Belo pelo seu brilho e tamanho. Logo cai de boca naquela maravilha, Chupava até engasgava que de tanto tesão que sentia.
Depois Carlinhos me pos de frango assado e foi pincelando seu pau na entrada de meu cú, ao passar a cabeça me deu um puta tesão, pois como seu pau torto época, fazia muita pressão na minha Prostata que foi inevitavel o meu gozo, que de tão forte, atingiu minha propria boca, Carlinhos um tesão meu ver, gozou abundantemente.
Então era a vez de Sebastian, dono de uma rola normal mas muito gostosa, este me pegou de quatro, e em poucas estocadas gozou dentro de mim.
Depois Paulo me levou para o restaurante onde tomamos um café, e um bom banho. Paulo me disse para dormirmos um pouco, em seu caminhão, pois eu tinha tido muito trabalho no rodizio de picas, e ele queria eu bem disposto para a nossa trepada.
Dormimos agarradinhos?
Continua

domingo, 3 de janeiro de 2016

CAMINHONEIROS NO BANHO







CAMINHONEIRO NO BANHO





CHUPO ATE GOZA




CAMINHONEIRO DANDO O CU

Meu nome é João Pedro e vou lhes contar o que me aconteceu em uma viagem que teve um final que não começou bem mas me rendeu uma foda fantástica. Sou moreno, tenho o corpo malhado tenho 27 anos e sou tarado em um cuzinho de macho.

Estava voltando para casa quando de repente meu carro enguiçou, tentei arrumar, mas não encontrei o defeito, celular no meio da estrada sem sinal, resolvi pedir carona para ir ate a cidade mais próxima chamar um mecânico após algum tempo um caminhão para no acostamento explico e sou convidado a entrar no enorme veiculo.

O caminhoneiro Geraldo, estava sem camisa expondo seu peito peludo e sua barriga que não era trincada como a minha, mas seca, vestido apenas com um short largo permitindo livre movimento a suas coxas grossas e também peludas.

_Você viaja par longe ou faz apenas viagens curtas? _ Puxei conversa.

_ Faço os dois tipos longas e curtas.

_ Você faz academia esta em forma.

Após um sorrisinho e uma coçada em seu cavanhaque respondeu:

_ Como não posso freqüentar a academia regularmente tenho alguns aparelhos em casa e no caminhão trago pesos e treino todos os dias alem de fazer abdominais e outros exercícios para não enferrujar.

_ Esta dando resultados _ sorri.

Chegamos a um posto que estava desativado já estava tarde da noite Geraldo parou o caminhão e desceu.

_ Não acredito, como esta tarde para continuarmos a próxima cidade esta longe este posto servia de parada vou verificar se pelo menos os banheiros estão funcionando.

Resolvi descer também e ir junto. Geraldo pegou uma mochila umas lanternas enormes e entramos.

_ Sem luz mas tem água, ta fia mas do jeito que estou suado o dia todo no maior calor preciso de um banho.

Falou e começou a tirar a roupa, as lanternas pareciam dois farou iluminava boa parte do banheiro que era enorme. Quando vi a bunda de Geraldo nua meu pau virou roxa, já estava sacando ela desde que saímos do caminhão mas ali peladinha toda peludinha enorme não consegui me segurar, o caminhoneiro me perguntou:

_E você João Pedro não vai tomar banho? Esta com vergonha de mim ou não trouxe sabonete e toalha? Se for isso fique a vontade pode pegar o meu trouxe ate shampoo.

Nem respondi já fui logo tirando a roupa e quando Geraldo viu meu pirocão falou:

_ Que isso cara ta na seca, que caralho duro é esse?

_ To ate meio sem graça cara mas é esse seu bundão meu pau ta tarado nele.

_ Então você curte uma brincadeira entre homens

_ Não curto muito afeminados não, gosto mais estilo macho como você.

_ Então quer dizer que esse caralhão esta assim por minha causa? _ Falou o caminhoneiro se aproximando coçando o saco peludo que balançava.

_ Mas vou logo avisando sou apenas ativo não curto da a minha bunda não e ai rola?

Geraldo nem respondeu abaixou pegou na base do meu pau e colocou na boca e tirou esfregando os lábios em minha rola.

_Que delia _ disse Geraldo colocou mais três vezes seguidas enfiando ate a garganta dando ate uma engasgada

_ Safado gostoso agora vou fuder essa boca como se fosse uma buceta.

Segurei na nuca de Gerando e trazendo de encontro ao meu corpo fazia movimento de vai e vem.

_ Há que maravilha , que boca gostosa vou gozar.

Após um tempo nesse boquete frenético gozei mas meu caralho continuou duro.

_ vem cara me fode !

_ Estou louco para fazer isso mas primeiro vou sentir o sabor desse bundão.

Coloquei Geraldo de quatro apaupei e apertei bem aquelas nádegas e abri deixando seu buraquinho bem exposto e enfiei a língua, lambia e cuspia naquele cu peludo enquanto arrancara urros de Geraldo.

_ Haaa, Haaa que delicia lambe meu cu vai enfia essa ligua toda dento dele haaaa

Urrava com sua voz grave e forte me deixando ainda mais excitado. Passei a dedar o cu do caminhoneiro usando como lubrificante o shampoo que ele trouxe, enfiava os dedos e retirava cada vez mais rápido enquanto Geraldo gemia cada vez mais auto e grosso ate que gritou:

_ Enfia logo esse cacete no meu cu caralho!

Untei meu pau com o shampoo e cravei fundo no cu peludo de Geraldo arrancando-lhe um urro de prazer e dor, Em pe apoiado na parede o caminhoneiro machão peludo e gostoso empinava seu rabão para que eu pudesse cravar cadavez mais fundo minha rola, o que fazia com gosto e rápido chegava a ouvir meu saco batendo na bunda de Geraldo gemia, urrava e batia na parede.

_ soca... fundo issso.... haaa vai que delia João que rola e essa cara enfia tudo haaaaa

Dei um tapa na bunda de geraldo que ficou mais loucode tezão rebolando ainda mais em meu mastro atolado em su cuzão.

_ Esta gostando? Fala Esta curtindo meu cacete no seu cu caralho?

_ Estou, esta muito bom continua não para. _ Respondeu Geraldo iniciando uma punheta, após algum tempo esporrou em toda a parede litros de porra, estremecendo todo apertando ainda mais meu pau e acabei gozando em seu cu enfiei bem fundo em seu cu e tirei Geraldo se virou deu uma enxaguada em meu pau para tirar o shampoo e mamou feito um bezerro em meu cacete. Tomamos um banho voltamos para o caminhão conversamos escutamos musicas e dormimos no outro dia mais uma foda antes de voltarmos para a estrada trocamos email e telefone Geraldo me deixou a cidade mais próxima e segui viagem e eu fui atrás do mecânico.

E isso ai galera comentem e contem se gozaram muito com meu conto f

PEGUEI MEU FILHO DANDO O CU

Estava voltando para casa mais cedo. Era uma sexta-feira. Iria ficar até bem mais tarde no trabalho por causa de uma reunião, mas por causa do seu cancelamento retornei logo depois do almoço. Vinha no carro arquitetando planos de tirar uma soneca de tarde para ter um gás para dar uma esticada a noite. Imaginava que não havia ninguém em casa. Minha mulher chega do trabalho lá pelas 19h. O Gustavo, meu filho, chega do cursinho lá pelas 18h. Tudo estava propício para eu relaxar sossegado. Estacionei o carro na garagem do prédio, peguei o elevador, entrei no apartamento e logo percebi barulho no quarto de Gustavo. Estranhei. Já ia verificar porque ele não havia ido ao cursinho. Quando cheguei perto da porta do seu quarto ouvi gemidos. Alguém estava trepando. Não é possível que o Gustavo estava trazendo alguma vadiazinha para comer aqui em casa. Como a porta estava entreaberta, fui na ponta dos pés para dar aquele flagra, deixá-lo bastante sem graça, para depois dar aquele sermão. Mas quando cheguei na porta e olhei para a cama, qual não é a minha surpresa quando vi Gustavo de quatro na beirada sendo enrabado pelo filho do meu visinho. Fiquei chocado. Meu filho de apenas 17 anos, um garoto bonito, cheio de gatinhas a sua volta, com aquele corpo todo malhadinho, que adora surfar e bater futebol na praia do futuro. ali com a bundinha empinada tomando vara no rabo. Caio, o filho do nosso visinho, estava segurando ele pela cintura e mandando ver no meu garoto. Eu não sabia o que fazer. Fiquei ali parado, encostado na parede, imóvel. Enquanto isso, Gustavo pedia: “Vai Caio, mete tudo, isso, mais, Caio, me fode cara, arregaça meu rabo, fode, porra, isso, me como todo, uhhh, que pauzão gostoso Caio, me fode todo, vai…” E Caio não se fazia de rogado metia no meu menino de um jeito que parecia que eles já se entendiam muito bem na cama. Caio é uns dois anos mais velho que Gustavo. É um pouco mais alto que Gustavo, bem mais forte, malhado também e com uns ombros largos por causa do exercício de natação que pratica desde garoto. Os dois vivem grudados, saiam sempre juntos e sei que andam comendo quase todas as menininhas do condomínio. Isso me deixou completamente confuso. Estava muito puto. Tive vontade de entrar no quarto e encher os dois de porrada. Mas por outro lado eu tinha vontade de ver até onde aquilo ia dar. Enquanto estava naquele dilema, Gustavo continuava a gemer com as estocas de Caio: “Isso, garoto, mete mais, mete bem fundo que eu estou quase gozando, mete gostoso, mete que vou gozar, isso, vai, mete mais, me fode porra, tô gozando, mete porra, estou gozando, caralho, me fode todo, porra…”. Eu não tinha coragem de olhar mais. Só ouvia meu filho gemer enquanto gozava e Caio falando ao mesmo tempo: “Isso, Gustavo, rebola mais nessa vara, isso garoto, goza que eu também estou gozando, ai que cuzão gostoso, Gustavo, mexe cara, goza que eu tô gozando também, isso viadinho gostoso, aahhhhhh! Isso seu putinho, viadinho arrombado…” Daí os gemidos foram se cessando e entendi que ambos haviam gozado. Caio havia gozado no cuzinho do meu filho. Tomara que esteja usando camisinha, pensei! Que absurdo! O mundo caindo sobre minha cabeça e eu ai pensando em camisinha! Mas meus pensamentos foram logo interrompidos quando Gustavo vira para Caio e pede: “Ai, porra, tira, tira, devagar porra, tira, ai, puta que pariu, cara, você me arrombou!” Então Caio respondeu: “É, seu viadinho, isso é para descontar o que você fez comigo ontem. Fiquei com meu rabo todo ardido”. Então os dois faziam troca-troca! Arrisquei dar uma espiada para dentro do quarto pela freta da porta e vi os dois deitados na cama abraçados e conversando como dois namoradinhos. Para minha surpresa, eu estava excitado. Meu pau estava quase rasgando a cueca de tão duro. Eu me peguei em meio a uma confusão de pensamentos. Queria encher meu filho de porrada, mas também queria continuar vendo mais daquela sacanagem toda. Não sabia o que fazer. Sem que me vissem, voltei para a porta de saída e fingi estar chegando e fiz bastante barulho para ser notado por ambos. Só ouvi a porta do quarto de Gustavo ser trancada. Então sentei no sofá da sala e fiquei aguardando os dois saírem do quarto. Estava morrendo de curiosidade para ver a cara daqueles dois depois do que havia acontecido.

CAMINHONEIRO TARADO

Olá meu nome é Pedro, tenho 25 anos, sou casado, moreno 1,75m 74 kg. O que vou relatar aconteceu mês passado. Moro em Fortaleza e estava na BR próximo ao Posto São Cristóvão, precisava de carona , a grana tava curta, então fiquei à margem da BR pedindo carona. Já estava escuro quando um caminhoneiro parou e colaborou comigo.
Era um homem de uns 35 anos de idade com uma barriguinha de shop, forte, peludo e barbudo. Eu vestia um agasalho de tactel azul e camiseta branca. Ele estava de shorts de brim e camisa de botão, só com os dois botões debaixo abertos, aparecendo bastante o seu corpo. Desde que entrei na cabine do caminhão ficava me olhando estranho. Conversamos alguma coisa de rotina, então ele começou a tocar no assunto de transar com outro homem e disse que gostaria muito de comer uma bunda de homem, mas, que tinha que ser uma bunda gostosa igual a minha, eu fiz de conta que não entendi.
Então quando ele fazia a marcha escorregava a mão e tocava na minha coxa e cada vez foi se atrevendo mais, até me segurar a mão e levar à direção do seu pau para mostrar que estava duro dentro do short. Fiquei assustado, mas eu tava de carona e precisava voltar pra casa, fiquei quieto e aceitei dar uma pegada, ele gemeu e perguntou se gostei. Gente era duns 20 cm e tava muito duro e grosso. Pediu para eu abrir seu zíper; abri e seu caralho já apontava metade fora da cueca, terminei de tirá-lo pra fora; nossa que coisa enorme. Nesse momento eu já estava excitado, mas nunca tinha feito aquilo então me assustei um pouco. Eu sentia um cheiro de macho muito gostoso vindo do seu caralho, então fui aproximando minha boca dele e sentindo o cheiro até por fim, coloquei a cabeçona na minha boca e dai uma chupadinha.
Nossa ele gemeu e seu pau latejou me puxou pelo cabelo e enfiou a metade do cacete na minha boca. Tava com medo mas era gostoso, então mamei com vontade, nossa uma delicia chupar aquele homem forte, peludo, cassetudo... Seu pau pulava na minha boca enquanto mamava, daí ele começou a passar a mão na minha bunda por cima do agasalho e apertar bem no meio dela tocando meu cu.
Nossa fiquei louco, baixei logo a calça, sentei e deixei ele enfiar o dedo no meu cu, aí ele parou o caminhão no escuro do posto e falou: Senta nele. Fui sentando de frente pra ele segurando seu cacete enorme e grosso bem na direção do meu cuzinho virgem, ele caiu de boca nos meus mamilos e começou a chupar. Eu não agüentei de tesão e sentei forte, sentindo seu caralho grosso me rasgando o cu, o caminhoneiro meteu forte. Cheguei gemer alto de tanta dor e prazer ao mesmo tempo, agüentei firme aquela vara toda enterrada no meu rabo, eu tava com muito tesão; Então rebolei e entrou tudo bem fundo. Tudo parecia me arrombar cada vez mais, estávamos grudados e a rola dele tava bem no fundo.
De repente senti ele gemer forte e sua porra invadir meu cu ele gritou e gozou um monte, daí eu comecei a gemer e esporrar também. Meu cu ficou cheio da porra dele e fiquei uns 3 dias sem pode sentar direito.
Nunca mais vi o caminhoneiro, fiquei louco pra sentir aquela pica grande, grossa e gostosa novamente, se alguém souber do paradeiro, avisa beleza?
Escrito e enviado por: Pedro

BELO DEMAIS